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Mais comemoração F.biz - Great Place To Work

30 de agosto de 2010de F.biz

A F.biz continua comemorando o ranking “100 Melhores Empresas para Trabalhar”, Great Place To Work.

Única agência presente no ranking, essa semana é a vez de celebrar com a mídia do mercado essa grande consquita.

Confira os anúncios que sairam hoje no jornais O Estado de São Paulo e Meio & Mensagem.

Meio & Mensagem

O Estado de São Paulo

Gal Barradas comenta o movimento de migração dos profissionais das agências tradicionais para as digitais.

A revista ProXXima ouviu anunciantes, agências e profissionais do mercado para eleger os cinco melhores cases de mobile marketing e a F.biz aparece duas vezes, com Seda Teens e Trident Fresh. Confira:

Poucas pessoas estão acompanhando de perto a transformação que está por acontecer na Internet e nas redes sociais. Prova disso foi um evento que aconteceu recentemente em Palo Alto, na Califórnia. Batizado como F8, foi destinado a desenvolvedores e parceiros do Facebook. Para os privilegiados que puderam estar lá, o CEO do Facebook Mark Zuckenberg, apresentou mais uma e, talvez, a grande novidade de sua empresa para os próximos anos: uma série de ferramentas que ajudarão o Facebook a dominar a Internet nos próximos anos. A mensagem do evento foi simples: “queremos tornar o Facebook sinônimo da Web”. Sem dúvida, internautas do mundo inteiro serão impactados pelos resultados desta reunião.

Não é novidade para ninguém o poder excepcional que essa rede social exerce em quase todos os países nos quais está presente. No Brasil, ele ainda está longe do líder Orkut, mas cresce a passos largos. Com mais de 500 milhões de usuários cadastrados e um número ainda maior de usuários únicos a cada mês (isso é possível, pois boa parte das páginas podem ser vistas sem ser cadastrado no site), a liderança do Facebook entre as redes sociais é inquestionável e, recentemente, o site tornou-se o principal destino na Web nos Estados Unidos, superando o todo poderoso Google. Ainda mais imponente é a rapidez com que o Facebook está se espalhando nos celulares. Enquanto a rede social levou cinco anos para atingir 100 milhões de usuários na internet, levou apenas três anos para atingir o mesmo número nos celulares – hoje conta com mais de 150 milhões de usuários mobile.

Mas por que o Facebook é diferente?

Apesar dos números incríveis, o Facebook poderia ser mais um caso de site que obtém sucesso rápido para pouco depois cair no esquecimento. A Internet está cheia de casos como esses - Altavista, Lycos, Geocities são apenas alguns dos exemplos mais conhecidos de empresas que estiveram na liderança por algum tempo, mas não conseguiram se manter nesta posição. Com a concorrência feroz, mesmo os líderes invejáveis, como a Microsoft, não conseguiram grande sucesso (apesar do MSN e Messenger terem grandes audiências, a empresa perde cada vez mais dinheiro nesta área) e, Yahoo e AOL, que realmente lideraram por longos períodos estão claramente num caminho declinante.

O que torna o Facebook diferente da grande maioria das empresas é sua capacidade de enxergar à frente dos outros, definir a estratégia de forma brilhante e executar ainda mais efetivamente. Em outras palavras, o crescimento e a busca por patamares cada vez mais altos são resultado de uma visão estratégica fantástica e de execução a altura. Com exceção do Google, é difícil citar outra empresa que tenha acertado tantas vezes na definição de prioridades e tenha implementado essas prioridades de forma tão impecável.

Mark Zuckenberg, apesar de várias críticas (e processos judiciais) que pesam sobre si, sempre teve uma visão extremamente clara do seu objetivo: conectar pessoas da forma mais eficiente possível por meio  da Internet. Nada pode detê-lo - nem seus concorrentes, nem seus sócios (desde a fundação várias brigas e mudanças na sociedade ocorreram), e nem os costumes e normas vigentes (desde sua primeira “violação” de normas em Harvard, antes do lançamento do site, até seu descaso com as normas atuais de privacidade). Para o CEO do Facebook, o futuro é das redes e de um planeta sem privacidade.

Apesar de ter começado bem atrás de seus concorrentes em termos de usuários, o Facebook inovou diversas vezes e foi atropelando um por um dos seus concorrentes nos Estados Unidos e no mundo - Friendster, MySpace, Beboo foram alguns que ficaram pelo caminho. Além da interface e navegação mais simples do Facebook, sua estratégia de ser uma plataforma para a qual outros desenvolvedores podem contribuir através de aplicativos, foi definitiva para atingir a atual liderança. Alguns percalços aconteceram ao longo do caminho - como o lançamento do seu programa de publicidade Beacon que ignorava completamente a privacidade de seus usuários. Rapidamente , a empresa voltou para a rota certa e continuou desafiando limites de crescimento.

Entre todas as tacadas de Zuckenberg, talvez a mais brilhante tenha sido seduzir para trabalhar com ele Sheryl Sandberg - que era na época vice-presidente de operações e vendas online do Google e havia sido chefe de gabinete do Ministro da Economia dos Estados Unidos. Sheryl é uma executiva única que reúne uma visão estratégica ímpar com uma execução impecável. Nos seus anos de Google, criou e implementou a estratégia de vendas para pequenas empresas no mundo inteiro - que no seu auge chegou a representar mais da metade da receita do grupo e um terço de funcionários. Sheryl trouxe, além de todo seu conhecimento do Google, um time de executivos que elevou o potencial do Facebook a um novo patamar.

O futuro chegou

O lançamento ocorrido em maio pode parecer um detalhe bastante simples para um usuário comum. Sua aplicação mais imediata, que já pode ser vista em sites como Yelp, IMDb ou CNN (inclusive no Terra, no Brasil) é uma caixa no canto da página que diz quais dos seus amigos gostaram daquela página ou notícia. Isso é feito através de um botão “Like” incluído nesses lugares. A atividade registrada com os cliques nesses botões será tratada como “feeds” no seu perfil e de seus amigos no Facebook. Além disso, você poderá receber sugestões baseadas no que seus amigos estão fazendo pela Web.

Para editores de conteúdo essa novidade é muito interessante. Ela torna muito facilmente qualquer site numa experiência social e personalizada. Não é interessante ver quais artigos da CNN meus amigos leram e gostaram? Além disso, essa vinculação com o Facebook deve gerar mais tráfego para aqueles sites que adotarem a novidade - qualquer conteúdo marcado como interessante por um usuário será apresentado para todos seus amigos - multiplique isso por 500 milhões! Mais um dos lançamentos do dia foi uma forma de categorizar conteúdos - seja uma página sobre um filme, uma música e até de um time de futebol - de forma que ao clicar no botão “Like” esse interesse será adicionado ao perfil do usuário no Facebook.

Em outras palavras, a partir de agora, todo conteúdo na Web pode e será social. Qualquer página com um simples texto torna-se automaticamente social e personalizada. E, com o alcance que o Facebook tem, seria um suicídio virtual um site não querer participar disso.

É verdade que no momento do lançamento já surgiram gritos de pessoas nervosas com a diminuição imediata da privacidade que todo esse movimento trará já que tudo que alguém faz na internet será visto por seus amigos e talvez por várias outras pessoas também. E os controles de privacidade - é verdade, eles existem - são tão complexos e variados que um usuário médio não sabe nem por onde começar a tomar controle de seus dados. Essa continua sendo a principal crítica ao site e se fortalece a cada nova ferramenta lançada.

O que Mark e sua turma estão criando, efetivamente, com essas novidades é um sistema operacional da Web - em que tudo é definido e centralizado no Facebook. Logo, um usuário que não tiver uma conta nessa rede social terá uma experiência de navegação tão inferior quanto uma pessoa que comprava um computador que não tinha Windows. Com esses recursos, a empresa fica numa posição muito confortável para atropelar qualquer rede concorrente.

Um ótimo exemplo dessa força para enfrentar potenciais concorrentes foi o lançamento do Facebook Places. Esse serviço, que permite a divulgação para seus amigos da sua localização imediata (check-in) concorre diretamente com o Foursquare – rede social de geolocalização que havia se tornado a maior febre nos Estados Unidos desde o Twitter. Se a nova rede sucumbirá ao poderio incomparável do Facebook não se sabe, mas com certeza concorrer com uma empresa que tem 500 milhões de usuários e milhares de anunciantes parece uma tarefa árdua.

Em pouco tempo, teremos uma nova transformação tão representativa que irá transformar a forma como nos relacionamos com os amigos, compramos produtos, trocamos conhecimento e até como revelamos nossa localização. O Facebook estará, com certeza, à frente desta revolução.  A Internet tem um novo líder.
Por Roberto Grosman - sócio da F.biz. Estudou no MIT e já trabalhou em empresas como Google e Amazon.

*Artigo publicado no Meio & Mensagem - Especial Internet - 19 de julho de 2010.

F.biz no Propmark

07 de junho de 2010de F.biz

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Quais são os aparelhos indispensáveis na vida de uma pessoa? Quais são os aparelhos indispensáveis no seu dia-a-dia? No meu são: celular, computador e TV. Creio que minha resposta não seja diferente da maioria, claro que com um ajuste aqui e outro ali. Talvez o computador perca um pouco a força se passarmos esta pergunta para uma parcela maior da população. Bom, só para sustentar o meu “achismo”, segue uma pesquisa que aponta quais são os itens mais importantes nas vidas das pessoas. Dados que comprovam a importância dada ao celular pela população não faltam. Ultimamente, matérias na televisão também! Vira e mexe me deparo com alguma reportagem como uma que li recentemente sobre moradores não têm cobertura de operadora de celular, mas possuem o aparelho. Esta relação entre televisão e celular pode ser dividida em dois caminhos distintos. Um deles é utilizar a televisão como um call-to-action para o celular, seja para participar de uma promoção, incentivar downloads, votar no BBB etc. A outra relação acontece quando o celular pauta a televisão e serve de termômetro da audiência.
Diariamente o Twitter vira um verdadeiro fórum online da televisão. Pessoas comentando a novela, dando dicas de programas que estão passando etc. Grandes eventos televisivos evidenciam ainda mais este fenômeno. Quer exemplo melhor que a final do BBB? Durante todo o programa, fiquei com meu Twitter ligado no celular para acompanhar os comentários das pessoas.
Tinha gente reclamando, pessoas montando suas campanhas com hashtags, as famosas mensagens com # antes das palavras. Outros fazendo observações sobre Bial, Ivete Sangalo e por ai vai… A cada refresh, apareciam cada vez mais tweets e pelo menos 90% deles eram relacionados ao BBB.
Tudo isso sem contar a “participação dos famosos”. William Bonner e Luciano Huck fizeram seus comentários no microblog, Ivete Sangalo tuitou fotos, Luciano Burti, piloto de stock car, fez comentários sobre os bastidores e o Boninho… Opa, esse ai sim foi um grande personagem. O diretor assumiu o papel importante na rede social. Deu notícias em primeira mão, respondeu leitores, polemizou, fez piadas, recolheu sugestões e até admitiu erros do programa no Twitter.  Aí, quando o programa acabou e estava pronto para ir dormir, me deparo com Tweet sobre o jogo do tenista Roger Federer em outro canal… Lá vou eu trocar de canal e abrir mão de mais uma hora de sono. Quando acabou o jogo, até esbocei pegar o celular de novo e dar mais uma olhada no Twitter, mas preferi deixá-lo na cabeceira. Vai que tem mais alguém indicando algum bom programa… Se depender do meu celular, eu não durmo!
Se o celular e a televisão fazem parte do dia-a-dia das pessoas de maneira intensa, por que não utilizá-los para atingir o seu público-alvo? Aí começa o outro tipo de relação entre TV e celular que eu havia comentado. Alguns devem estar pensando que eu sou louco… “Como assim Castelo? Todo mundo utiliza a TV para atingir o seu público-alvo!” A minha pergunta, talvez não tão bem formulada, refere-se à TV e ao celular juntos. Além da relevância com o público, estamos falando de uma ótima solução para otimizar o investimento já feito. Trata-se de aproveitar uma mídia “já comprada” e dar interatividade a ela. Já temos diversos cases de empresas que perceberam isso e “mobilizaram” suas embalagens, anúncios impressos, PDV, TV etc. Como o assunto aqui é televisão celular. Vamos lá… Um exemplo interessante de como utilizar o celular para dar interatividade a um comercial de televisão foi o case de Trident Fresh. No comercial da campanha, uma garota se apaixona à primeira vista no metrô e assopra o vidro para escrever um telefone de contato. Os “curiosos” que ligassem para o número informado pela atriz (4003-2815) podiam “conversar” com a garota do metrô.
Ao “atender o telefone”, ela dizia a frase: “Alô, já vi que curiosidade é uma qualidade que você tem. Agora, eu quero saber se você também manda bem na hora da conquista”. Nesse momento ela convidava o usuário a deixar o seu xaveco. Os melhores foram exibidos no site www.leveavidamaistrident.com.br.

Mesmo sem nenhum call to action, a ação atingiu mais de 65 mil ligações em 16 dias, média de quase 4.000 ligações por dia.  Outro exemplo muito bacana de interatividade entre TV e celular vem lá de fora. O Weather Channel (canal de previsões do tempo) lançou um aplicativo para Android. Para realizar a divulgação desse aplicativo, durante a programação do canal era exibido QR code que, quando fotografado, direcionava os usuários para o download do aplicativo. Ultimamente, os anúncios de promoções via SMS e pin code também vêm invadindo a televisão. Já vimos anunciantes como Unilever, Sadia, Nestlé, Kraft, Seda, Perdigão, Pão de açúcar etc. O que não falta são promoções que explicam suas mecânicas via SMS na televisão.
Todo esse papo de interatividade e otimização de verba é muito bacana, mas será que os resultados também são interessantes? São sim! Prova disso são os anúncios, cada vez mais frequentes, dos agregadores de conteúdo. Seja na TV aberta ou TV a cabo. Quantas vezes você já ouviu “baixe agora o ringtone da Beyoncé!” ou “Baixe já o jogo de Avatar para o seu celular!”? Estes players vivem de mídia de performance, portanto não estariam investindo tanto na televisão, se ela não trouxesse resultado. Além disso, no meio do texto também já dei alguns números impressionantes do case de Trident Fresh.
Como o assunto agora é resultado, creio que o case da promoção “Unilever 80 anos” seja emblemático. Digo isso não só pelo resultado (que foi um sucesso), mas por causa da mensuração (qualitativa e quantitativa) de resultados. Como a participação na promoção era baseada na internet e no celular, tivemos um controle muito rico de todo plano de mídia da campanha. Tínhamos um monitoramento de participações minuto a minuto, o que nos possibilitava medir o retorno de um anúncio de televisão, por exemplo.
Além disso, fizemos o monitoramento dos envios de SMS (analisamos tudo que vem escrito nos SMS), o que nos ajudou a perceber quais os principais problemas que os usuários encontravam para participar da promoção. Portanto, além de medir o resultado dos SMS e analisar a efetividade de cada inserção, conseguimos identificar os “ruídos” na comunicação e resolvê-los durante a campanha. Existem outros fatores que não são simples de medir… Um bom exemplo é o case de Trident, foram mais de 65 mil ligações. Estas 65 mil pessoas já haviam visto o comercial, porém, ao ligar para o número, tiveram um contato muito maior com a marca. O mesmo acontece quando alguém manda um SMS, acessa um mobile site ou faz um download. Não temos como medir, mas estamos falando de um engajamento muito importante e relevante. Para finalizar, a população consome celular e televisão. Se você utilizar o celular em um comercial de televisão, ele pode ficar mais interessante e proporcionar um maior engajamento com seu consumidor. Os resultados são animadores e ainda servem de base para mensurar as veiculações. Bom, no mínimo, podemos dizer que estamos diante de uma oportunidade muito interessante!

Por Marcelo Castelo - Sócio-diretor da F.biz . Editor-chefe da principal referência em mobile marketing no Brasil http://www.mobilepedia.com.br.

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